terça-feira, 26 de maio de 2009
A INAUGURAÇÂO DO ARAÇÁ DAS ALMAS

Esse "espaço" - "Hidden Place" é meu laboratório alquímico-lírico de poemas artexperimentais, possíveis vasões às ar.rebent-ações líricas e meu livro das sombras, meu "Ofício das Horas".
Penso que todos nós - mulheres e homens - temos uma função que é a um só "tempo" social e existêncial: "lançar" no(s) mundo(s) pensamentos-idéias-atos, através do que seja lá que for a gente goste e faça bonito. Penso ser pedagogicamente políticas as práticas e idéias que reafirmam no cotidiano e no simples da vida que a possibilidade da possibilidade desse mundo ser melhor é possível [ é redudante porque toda esperança parece meio repetitiva, mas não é não]. Todas e todos nós temos condições de experimentar a felicidade - não por obrigação existencial, mas por escolha. E a maioria dos vivem nesse mundo "real": mulheres, homens, meninas, meninos, jovens e velhos, animais e plantas querem existir e serem e puderem comer, beber, amar, criar, dizer. Há uma prática a que damos o nome "Arte" em que eu empunho e me dedico, como prática e como pensamento dessa prática. Sou um experimentador e fazedor de "falas" e "linguagens" principalmente. Tempo e Espaços - conceitos básicos de nossa historicidade vão sendo resignificados por práticas como a da arte: hipertextos, ciberarte, poema imagem, redes de relação. Creio ser preciso apropriar-mo-nos desses instrumentos e manejar com as destrezas e "belezas" que pudemos agora, e continuar fazendo, propondo, aprendendo e partilhando esses saberes e aprendizagens.
Umas notinhas sobr'eu:
Cidade natal: Santa Rita-Paraíba
País: Brasil
Profissão: Educador
Escolas: UFPB
Interesses e passatempos: Educação, Literatura, Música, Cinema, Filosofia, Movimentos Culturais, Estudos Culturais, Cibercultura, Ciberarte.
Filmes e programas: Cinema Brasileiro de todas as épocas (saravá, Glauber Rocha), Pasolini & Fellini - e muito mais do cinema italiano. O cinema me interessa, mas que a pintura.
Música: MPB, Rock: Indie, Folk.
Livros: Grande Sertão: Veredas(João G. Rosa); A educação pela Pedra - João Cabral; Bagagem, de Adélia Prado; Júbilo Memória Noviciado e Paixão de Hilda Hilst, A maçã no Escuro de Clarice Lispector, Pedagogia do Oprimido, do Paulo Freire; Noite Escura, de São João da Cruz, Confissões, de Santo Agostinho são algumas das referências "palavrais" que lembro, assim, de pronto, em minha formação - ainda se fazendo - inconcluso que sempre seremos nós. Ainda bem, né não? Ser "terminado" é muita certeza demais, e pouca dúvida. Ah...ia esquecendo uma coisa que penso ser bom afirmar: sou um cristão de vivência católica - desconfio de muitas "certezas", mas essa talvez seja uma de que soaria covarde não afirmar: a certeza de que há um Deus - Javé - Senhor de nossa História e Pai/Mãe de toda a ternura e misericórdias. A Ele - e a Trindade Santa [Deus-Pai-Filho] todo louvor, toda beleza mais "bonita" da gente. A Javé - "EU SOU", agradeço pela existência da Linguagem, do "Amor", da amizade, do Mistério, e do Sagrado presentes no Cotidiano e a no "ordinário" de todo dia - deixando-nos mais perto da alegria e da esperança.
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